O desenvolvimento de uma equipa de Alto Rendimento segue uma sequencia através de distintos níveis de consciência:
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O facto de se juntarem para empreender algo juntos, tem um propósito inicial. É o que nos mobiliza no fundo. Numa organização seria a Missão com a qual se identificam os seus membros. |
2. |
Uma vez decidido que queremos fazer algo juntos, necessitamos de nos conhecer, descobrir o que acrescenta cada um como pessoa, entendermo-nos e sintonizarmo-nos. O nível da química interpessoal, determinará a qualidade da nossa equipa. |
3. |
Depois recolhemos as nossas ideias ( brainstorming ), estruturamos a informação, desenvolvemos a nossa visão do projecto e decidimos os planos de acção . Esta fase será muito mais fácil e frutífera se tivermos tido o cuidado de conectar como equipa |
4. |
Então estamos preparados para actuar de uma maneira eficiente e eficaz |
5. |
A confrontação com a realidade física produz uma infinidade de informação e experiências. Uma parte pode ser tratada objectivamente e simplesmente dar lugar a ajustes ou modificações dos planos de acção. A chave é o feedback continuo e de qualidade. |
6. |
Geram-se também experiências subjectivas que são igualmente importantes e valiosas para afinar a dinâmica da equipa. Vitórias, erros e malentendidos são um fantástico material para amadurecer a nossa relação. É um trabalho contínuo de nos tornarmos mais conscientes e integrarmos as aprendizagens (inteligência emocional). |
7. |
Chega a um ponto em que ou terminamos ou simplesmente se torna obsoleto o nosso propósito inicial. Necessitamos de renovar periodicamente ou ter a coragem de dar por concluído um projecto para passarmos a outra coisa. Trata-se de assegurar um compromisso de 100% em relação àquilo que estamos a fazer juntos. |
As desfuncionalidades aparecem rapidamente quando tratamos de saltar alguma etapa. Geralmente as equipas passam rapidamente à planificação (nível mental) sem terem criado uma conexão emocional sólida, o que dificulta a elaboração dos objectivos e acordos e provoca uma sabotagem à etapa de implementação. Outros cuidam mais do aspecto relacional e elaboram bons planos de acção, mas descuidam o seguimento com o feedback adequado e o amadurecimento da dinâmica da equipa. Outros funcionam e produzem, resultados mas carecem de sentido porque não renovaram a sua intenção de fundo.
A boa implementação é o resultado de como fundimos distintos níveis de consciência: desde o essencial (ou espiritual) com o emocional (o que nos move), com o mental (o que nos permite estruturar e focalizar) até ao físico (materializar). |